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Cidadania e memória no Brasil pós-1930 – Luigi Bonafé e Marcus Dezemone

agosto 13, 2007

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professores: Luigi Bonafé e Marcus Dezemone
Disciplina:
Tipo:
Eixo Cronológico: História Contemporânea
Linha Temática: Poder & Idéias Políticas

Período: 2 / 2007
Turno: Tarde
Horário: 4ª-feira de 14h às 18h

Programa de Disciplina
Título: Cidadania e memória no Brasil pós-1930

Objetivos:
Abordar algumas das principais contribuições da historiografia sobre a história política da República brasileira no pós-1930, com destaque para os recentes debates acadêmicos. Serão discutidas as mobilizações políticas e conflitos sociais em torno da construção de noções de direitos para o exercício da cidadania, articuladas às disputas pelas representações dos fatos e processos históricos no período. Grande ênfase será conferida para as diferentes memórias construídas sobre a história recente do Brasil, articulando-as à historiografia, num balanço introdutório que contempla as condições sociais de produção tanto das visões clássicas quanto das novas interpretações.

Unidades:
UNIDADE I — Cidadania e memória
1.1. Cidadania: direitos civis, direitos políticos e direitos sociais
1.2. Memória social: os usos do passado

UNIDADE II — A Era Vargas (1930-1945)
2.1. Revolução de 1930
2.2. CLT e invenção do trabalhismo
2.3. O Queremismo e a redemocratização de 1945

UNIDADE III — A experiência democrática (1945-1964)
3.1. O colapso do colapso do populismo
3.2. Crises da República: 1954, 1955 e 1961
3.3. Os anos JK: democracia e desenvolvimento?
3.4. Reformas de base e radicalização política

UNIDADE IV — Ditadura militar, esquerdas e sociedade
4.1. Golpe civil-militar de 1964 e o recente debate historiográfico
4.2. “Milagre” econômico
4.3. Esquerdas revolucionárias e luta armada
4.4. Abertura e redemocratização: a memória da ditadura

UNIDADE V — A “Nova República”
5.1. Da “Constituição cidadã” ao impeachment
5.2. O ataque à Era Vargas: “neoliberalismo” e privatizações
5.3. Plano Real e memória da “Era FHC”
5.4. O governo Lula

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):
1. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 2ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
2. DAMATTA, Roberto. A Casa e a Rua. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1991.
3. GOMES, Ângela de Castro. A invenção do trabalhismo. 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005. [1988]
4. FERREIRA, Jorge (org.). O populismo e sua história: debate e crítica. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
5. GASPARI, Elio. As Ilusões Armadas. 2 volumes. São Paulo: Cia. das Letras, 2002.
6. MATTOS, Marcelo Badaró. Greves e repressão policial ao sindicalismo carioca. Rio de Janeiro: APERJ/FAPERJ, 2003.
7. GOMES, Angela de Castro (org.). O Brasil de JK. 2ª ed. Rio de Janeiro: FGV, 2002. [1ª ed.: 1991]
8. FIGUEIREDO, Argelina Cheibub. Democracia ou Reformas? Alternativas democráticas à crise política: 1961-1964. São Paulo: Paz e Terra, 1993.
9. REIS, Daniel Aarão, RIDENTI, Marcelo, MOTTA, Rodrigo Patto Sá (orgs.). O golpe e a ditadura militar: quarenta anos depois (1964-2004). Bauru, SP: Edusc, 2004.
10. LAMOUNIER, Bolívar, FIGUEIREDO, Rubens (orgs.). A Era FHC: um balanço. São Paulo: Cultura Editores Associados, 2002.

Avaliação:
A turma será dividida em grupos (quantidade a combinar de acordo com o número de inscritos no curso). Cada grupo será submetido a pelo menos três tipos de avaliação ao longo do curso, cada um deles referido a textos obrigatórios distintos:

 


Atividade

Instrumento de avaliação

Tipo

1

Fichamento – escrito através de uma via impressa e outra em meio eletrônico

Coletivo – Grupo

2

Seminário – apresentação oral

Coletivo – Grupo

3

Comentários críticos do texto – escrito com uma via impressa

Coletivo – Grupo

 
Será aprovado o aluno que:
– obtiver 75% de presença
– realizar as atividades propostas com desempenho avaliado em grau superior a seis (6,0).

Observações:
As aulas expositivas do curso serão ministradas com o uso de recursos multimídia e farta utilização de material audiovisual, incluindo charges, gráficos, tabelas, vídeos, músicas e outras fontes primárias ou secundárias (desde que haja, é claro, disponibilidade de projetor multimídia).

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Hist. da Cultura, Mentalidade e Ideologia no Mundo Ibérico – Raminelli

agosto 13, 2007

PROGRAMA DE CURSO
2. semestre de 2007
terça e quinta 18-20 horas

HISTÓRIA DA CULTURA, MENTALIDADE E IDEOLOGIA NO MUNDO IBÉRICO

RAÇAS & CASTAS: Índios, negros, mestiços no Mundo Colonial Ibérico

1 – As sociedades coloniais no Mundo Atlântico Ibérico;
2 – Definições de raça e casta na América Hispânica;
3 – Os negros na cultura ocidental e a consciência afro-crioula;
4 – Mulatos, crioulos e a mestiçagem cultural;
5 – Debates em torno da raça na filosofia ilustrada.

EMENTA: O curso pretende analisar as hierarquias sociais, as classificações religiosas e ilustradas para a diversidade entre os povos. Os alunos aplicarão os debates e metodologias encontradas na bibliografia abaixo na análise da documentação referente à América espanhola e portuguesa. O curso, enfim, tem grande ênfase na pesquisa documental.

Bibliografia:
BENNETT, Herman L. Africans in Colonial México; Absolutism, Christianity, and Afro-Creole Consciousness. Bloomington: Indiana University Press, 2003.
BOXER, C. R. Relações raciais no império colonial português. (trad.) Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1967.
CANNY, N. & PAGDEN, A. (ed). Colonial Identity in the Atlantic World. Princeton: Princeton University Press, 1987.
CARNEIRO, Maria Luiza T. Preconceito racial no Brasil Colônia. São Paulo: Editora Brasiliense, 1983.
COPE, R. Douglas. The limits of racial domination. Plebeian Society in Colonial Mexico City. Madson: The University of Wisconsin Press, 1994.
DAVIS, David Brion. O problema da escravidão na Cultura Ocidental. Trad. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
DUCHET, Michele. Anthropologie et histoire au siècle des Lumières. Paris: Albin Michel, 1995.
ELLIOTT, J.H. Empire of the Atlantic World. New Haven: Yale University Press, 2006.
EZE, E. C. (ed.). Race and the Enlightenment. Oxford: Blackwell, 1997.
FORBES, Jack D. Africans and Native Americans: The language of race and the evolution of red-black peoples. New York: Basil Blackwell, 1988.
GARRAWAY, Doris. The libertine Colony; creolization in the French Caribbean. London: Duke University Press, 2005.
KATZEW, Ilona. Casta painting. New Haven: Yale University Press, 2004.
HURBON, Laennec. El bárbaro imaginario. México: F.C.E., 1993.
ISRAEL, Jonathan I. Razas, clases sociales y vida política en el Mexico colonial. (trad.) México: F.C.E, 1996.
JACKSON, R. H. Race, caste and status: Indians in Colonial Spanish America. Albuquerque: University of New México Press, 1999.
RAMIREZ, J. Falcon. Clases, estamentos y razas. Madrid: Consejo Superior de Investigaciones Cientificas, 1988.
VINSON III, Ben. Bearing arms for His Majesty; the free-colored militia in Colonial Mexico. Stanford: Stanford University Press, 2001.
STOCKING, George. Race, culture and evolution. Chicago: Chicago University Press, 1982.
TODOROV, Tzvetan. Nós e os outros, a reflexão francesa sobre adversidade humana. (trad.) Rio de Janeiro: J. Zahar Ed., 1993.

História econômico-social da Antiguidade – Ciro Cardoso

agosto 13, 2007

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Ciro Cardoso
Disciplina: História econômico-social da Antiguidade
Código: GHT 04134
Carga Horária: 60h / Semestrais
Eixo Cronológico: Antiguidade/Alta Idade Média
Linha Temática: Economia/idéias econômicas

Período: 2/2007
Turma: A1
Horário: 3ªf. 10/12 e 5ªf. 10/12

Ementa: Trata-se de um curso com ênfase temática: a economia e a sociedade antiga e da Alta Idade Média serão enfocadas sublinhando-se a circulação de bens. Tomando tal aspecto como cerne das preocupações principais, abordar-se-á o assunto do curso segundo dferentes linhas teórico-metodológicas, observando as diferenças resultantes no modo de enxergar as diferentes temáticas sob análise.

Programa de Disciplina
Título do Programa: A circulação de bens na Antiguidade e na Alta Idade Média

Objetivos:
1. Proporcionar um panorama geral das linhas teóricas que coexistem e competem entre si nas disciplinas que se ocupam da História Econômico-Social da Antiguidade e da Alta Idade Média;
2. Proporcionar uma visão de conjunto da problemática específica de tipo econômico-social no relativo à Antiguidade e à Alta Idade Média, dentro do eixo principal escolhido.
3. Simular o trabalho do historiador mediante o tratamento, em sala de aula, de fontes primárias traduzidas.

Unidades:
Perspectivas teóricas
1. O substantivismo ou realismo econômico de Karl Polanyi; outras perspectibvas deutero-weberianas
2. A teoria econômica clássica aplicada ao pré-capitalismo (formalismo)
3. A teoria marxista acerca dos modos de produção pré-capitalistas e suas formas de circulação
4. Alguns debates da Arqueologia contemporânea: centro/periferia; sistema mundial pré-capitalista

Exemplos
1.  Antigo Oriente Próximo: o Egito e a Ásia Ocidental na segunda metade do segundo milênio a.C. (Era Tardia do Bronze)
2. Aplicação de análises arqueológicas baseadas na teoria da relação centro/periferia a diversos casos da Antiguidade e da Alta Idade Média
3.  As origens da economia grega da Idade do Ferro segundo David W. Tandy
4.   Os “minimalistas” e seus críticos no contexto da História Econômico-Social da Roma Antiga
5.   Os empórios da Alta Idade Média

Avaliação: Haverá dois exames escritos, no meio e no fim do semestre letivo, além de um trabalho (escrito ou oral) individual ou em grupo, a ser discutido com o professor. Neste caso, devido à dificuldade de obter textos em português ou em espanhol em quantidade suficiente, não pode ser admitida uma grande gama de escolhas quanto aos que não forem capazes de ler outras línguas estrangeiras.

Bibliografia de Referência (no máximo 10 títulos):
ALLAM, S. et alii. Stato, economia, lavoro nel Vicino Oriente antico. Milano: Franco Angeli, 1988.
BERNARDO, João. Poder e dinheiro. Do poder pessoal ao Estado impessoal no regime senhorial, séculos V-XV. Porto: Afrontamento, 1995, 1997 (2 vols.).
CAPOGROSSI, Luigi et alii (org.). Analisi marxista e società antica. Roma: Istituto Gramsci Editori Riuniti, 1978.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Sete olhares sobre a Antigüidade. Brasília: Editora UnB, 1994, capítulo 5.
FINLEY, Moses I. A economia antiga. Porto: Afrontamento, 1980.
POLANYI, Karl et alii. Comercio y mercado en los imperios antiguos. Barcelona: Labor, 1976.
RANDSBORG, Klavs. The first millenium A.D. in Europe and the Mediterranea. An archaeological essay. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.
ROWLANDS, Michael, LARSEN, Mogens e KRISTIANSEN, Kristian, (orgs.). Centre and periphery in the ancient world. Cambridge: Cambridge University Press, 1987.
TANDY, David W. Warriors into traders. The power of the market in Early Greece. Berkeley-Los Angeles: University of California Press, 1997.
VEGETTI, Mario (org.). Marxismo e società antica. Milano: Feltrinelli, 1977.

Hist. do Poder e das Idéias Pol. nas Américas na Época Contemporânea – Cecília Azevedo

agosto 13, 2007

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Cecília Azevedo
Disciplina: Hist. do Poder e das Idéias Pol. nas Américas na Época Contemporânea
Tipo:
Eixo Cronológico: Contemporânea
Linha Temática: Poder e Idéias Políticas

Período: 2/2007
Turno: MANHÃ
Horário: 3as/5ªs 8:00 -10:00h

Programa de Disciplina
Título: CULTURAS POLÍTICAS E DIÁLOGOS INTERCULTURAIS NAS AMÉRICAS

Objetivos:
O objetivo do curso é discutir ferramentas conceituais para a análise das relações interamericanas no contexto pós-colonial, considerando não apenas os aspectos políticos e institucionais, mas especialmente os componentes ideológicos e simbólicos dessas relações. Mitos e estereótipos que moldam o imaginário coletivo e as percepções de intelectuais e atores políticos latino e norte-americanos são avaliados à luz dos sucessos e fracassos de diversas iniciativas norte-americanas em relação à América Latina a partir da segunda guerra mundial. Parte-se do pressuposto de que a política interna e a política externa são indissociáveis, o que exige a compreensão dos embates entre diferentes correntes e culturas políticas nacionais.
Assinala-se a centralidade do que se poderia chamar de empreendimento epistemológico – produção e difusão em escala crescente de narrativas escritas e visuais sobre a América Latina e as negociações de valores e praticas culturais promovidas por diferentes mediadores culturais

Unidades:
– História Cultural das Relações Internacionais e o contexto pós-colonial;
– Discussão conceitual: cultura política; imaginário social; trânsito simbólico e consumo cultural;
– Política Externa: midia, think tanks e opinião pública;
– Pan-americanismo: projetos antagônicos;
– A década de 40 e a Boa Vizinhança;
– A década de 60 e a Aliança para o Progresso: as teorias da modernização

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):
DUTRA, Eliana R. de Freitas. “História e Culturas Políticas – Definições, usos e genealogias”. In: Varia História, Departamento de História, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Minas Gerais, n. 28, 2001, Belo Horizonte, Depart. de História da Fafich, UFMG, 2002, pp. 13-28.
Culturas Politicas: ensaios de historia cultural, historia politica e ensino de historia.
Rachel Soihet, Maria Fernanda B. Bicalho e Maria de Fatima Gouvea. Rio de Janeiro,
Mauad, 2005.
BERLOWITZ, L.; Donohue, D. e Menand L. (org) A América em Teoria. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1993.
SAID, Edward W. Cultura e Imperialismo. São Paulo, Cia da Letras, 1995.
SACHS, Viola e outros. Religião e Identidade Nacional: Brasil e Estados Unidos. Rio de Janeiro, Graal, 1988.
MILZA, P. Política interna e política externa e BECKER, Jean-Jacques. A opinião pública. In: René Remond (org) Por uma História Política. Rio de Janeiro, Editora UFRJ/Editora FGV, 1996.
SHOULTZ, Lars Estados Unidos: poder e submissão: uma história da política externa norte-americana em relação à América Latina. Bauru/SP, EDUSC, 2000
NYE Jr, Joseph. S. O Paradoxo do Poder Americano. SP, UNESP, 2002.
LESSA, Mônica. “Relações culturais internacionais”. In: Olhares sobre o político: novos ângulo, novas perspectivas. Lená Medeiros, Denise Rollember, Oswaldo Munteal Filho (orgs). Rio de Janeiro, Eduerj, 2002
WALLERSTEIN, Immanuel. O declínio do Poder Americano. Rio de Janeiro, Contraponto, 2004.
JUNQUEIRA, Mary Anne. Ao Sul do Rio Grande: Imaginando a América Latina em Seleções: Oeste, Wilderness e Fronteira (1942-1970). Bragança Paulista/EDUSF, 2000.
KENNEDY, Robert. O Desafio da América Latina. Rio de Janeiro, Ed. Laudes, 1968.
AYERBE, Luis Fernando. Estados Unidos e América Latina: a construção da hegemonia. São Paulo, Editora UNESP, 2002.
———————————– O Ocidente e o “Resto”: A América Latina e o Caribe na cultura do Império. Buenos Aires, CLACSO, 2003.
PECEQUILO, Cristina Soreanu. A política externa dos Estados Unidos. Porto Alegre, Editora UFRGS, 2003.
TOTA, Antônio Pedro. O Imperialismo Sedutor. São Paulo, Cia das Letras, 2000.
RIOUX, Jean Pierre & SIRINELLI, Jean François. Para uma História Cultural. Lisboa, Ed. Estampa, 1998.
LESSA, Mônica. “Relações culturais internacionais”. In: Olhares sobre o político: novos ângulo, novas perspectivas. Lená Medeiros, Denise Rollemberg, Oswaldo Munteal Filho (orgs). Rio de Janeiro, Eduerj, 2002.
LIPPMANN, Walter. A política exterior dos Estados Unidos. Rio de Janeiro, Atlântica Editora, 1944

Avaliação:
Prova escrita individual (valendo 5,0); Seminário em grupo (valendo 4,0) participação nas discussões de texto (1,0)

História Econômico-Social das Sociedades Africanas – Marcelo Bittencourt

agosto 13, 2007

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Marcelo Bittencourt
Disciplina: História Econômico-Social das Sociedades Africanas
Eixo Cronológico: Contemporânea
Linha Temática: Econômico-social

Período: 2/2007
Turma: N1
Horário: 2fª. 20/22 e 6fª. 18/20

Ementa: Diferentes colonialismos no tempo e no espaço. Revoltas camponesas e a gênese das ideologias anticoloniais. O mundo da Guerra-Fria e a articulação terceiro-mundista. Contexto histórico e político da descolonização/libertação e suas etapas. As propostas nacionalistas na África subsaariana: moderados, radicais e o socialismo africano. As vocações econômicas em função das metrópoles. Instabilidade regional e Guerra Civil. Planos de ajuste estrutural e o avanço da crise africana. Processos de modernidade: substituição de importações, urbanização, socialismo e capitalismo. Estado e acumulação privada: corrupção e exclusão. Globalização e marginalização econômica. Etnicidade, poder, novos atores e desagregação do Estado.

Programa de Disciplina
Título do Programa: Os desafios da África colonial e pós-independente.

Objetivos:
Compreender o percurso e as diferenças do processo colonial na África subsaariana.
Estudar a resistência e as lutas anticoloniais em suas diferentes etapas.
Identificar os processos de independência: negociação política e luta armada.
Conhecer a diversidade e a complexidade dos processos históricos pós-independência.

Unidades:
Unidade I – O final do século XIX e o processo de disputa pelo continente.
1.1 A política de alianças.
1.2 A resistência africana.
1.3 A intensificação da exploração colonial.

Unidade II – Diferentes colonialismos e resistências no tempo e no espaço
2.1 O aumento da migração européia e a mudança colonial: intensificação da exploração.
2.2 A resistência africana e o debate historiográfico sobre o tema
2.3 O messianismo como resposta à expansão cristã e ao ensino colonial.
2.4 Os mecanismos e as formas de exploração da mão-de-obra.

Unidade III – Os anticolonialismos e a descolonização
3.1 Revoltas camponesas
3.2 Ideologias anticoloniais: pan-africanismo e negritude.
3.3 O mundo da Guerra-Fria e a articulação terceiro-mundista.
3.4 Contexto histórico e político da descolonização/libertação e suas etapas.
3.5 A África Austral.

Unidade IV – O Pós-colonial
4.1 As políticas econômicas pós-coloniais.
4.2 Instabilidade regional e Guerra Civil.
4.3 Planos de ajuste estrutural e o avanço da crise africana.
4.4 Globalização, Estado e acumulação privada: corrupção e exclusão.
4.5 Etnicidade, poder, novos atores e desagregação do Estado.

Bibliografia de Referência:
APPIAH, Kwame A. A Casa de Meu Pai. A África na Filosofia da Cultura. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.
BENOT, Yves. As ideologias políticas africanas. Lisboa: Sá da Costa, 1980.
BOAHEN, A ADU (Coord.). História Geral da África. A África sob dominação colonial. São Paulo: Ática / UNESCO, v.VII, 1991.
CHALIAND, Gérard. Mitos Revolucionários do Terceiro Mundo. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.
FANON, Frantz. Os Condenados da Terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
HODGES, Tony. Angola. Do afro-stalinismo ao capitalismo selvagem. Cascais (Portugal): Principia, 2002.
ILIFFE, John. Os africanos. História dum continente. Lisboa: Terramar, 1999.
LOPES, Carlos. Compasso de espera. O fundamental e o acessório na crise africana. Porto: Afrontamento, 1997.
SANTIAGO, Theo (org.). Descolonização. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.
SERRA, Carlos (org.). Racismo, Etnicidade e Poder. Maputo: Universidade Eduardo Mondlane, 2000.

Avaliação:
Duas provas (presencial, individual e sem consulta).

História da Cultura, Mentalidades e Ideologias na África – Marcelo Bittencourt

agosto 13, 2007

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Marcelo Bittencourt
Disciplina: História da Cultura, Mentalidades e Ideologias na África.
Eixo Cronológico: Contemporânea
Linha Temática: Cultura, Ideologias e Mentalidades
Período: 2/2007
Turma: N1
Horário: 2fª. 18/20 e 6fª. 20/22

Ementa:
O impacto do fim do tráfico nas rotas comerciais e nas sociedades da África centro-ocidental e oriental. O final do século XIX e o processo de disputa por espaço e poder nas novas colônias. A política de alianças. Assimilados, Crioulos, filhos da Terra, Luso-Africanos, Nativistas e Híbridos: as diferentes designações da História, da Antropologia e da Literatura. A resistência e a negociação africana. A intensificação da exploração colonial. O aumento da migração européia. Diferentes colonialismos no tempo e no espaço. O “contrato” de trabalho. Trabalho forçado e cultura obrigatória. O lusotropicalismo, seu uso e as críticas que levanta.

Programa de Disciplina
Título do Programa: Etnicidade, hibridismo cultural e crioulidade: Angola e Moçambique no final do século XIX e XX.

Objetivos:
Compreender o percurso e as diferenças do processo colonial na África subsaariana.
Estudar as resistências anticoloniais em diferentes etapas.
Identificar os diferentes registros e as conexões entre a história, a antropologia e a literatura.

Unidades:
Unidade I – A discussão inicial no campo da História
O caso angolano
O caso moçambicano
A estratégia colonial
A luta africana dentro do colonialismo português

Unidade II – A aproximação ao Lusotropicalismo
O que dizia Gilberto Freyre
Sua fase lusitana
A crítica africanista ao lusotropicalismo

Unidade III – A polêmica no campo literário
Literatura africana e literatura colonial
Opositores e defensores
A extrapolação para a discussão racial

Unidade IV – A retomada da discussão e seus desdobramentos
Híbridos, mestiços e transculturais da antropologia
O mediador cultural da história
Falamos da mesma coisa? Os focos de cada área.

Bibliografia de Referência:
ANDRADE, Mário Pinto de. Origens do nacionalismo africano. Lisboa: Dom Quixote, 1997.
CASTELO, Claudia. O Modo português de estar no mundo. O lusotropicalismo e a ideologia colonial portuguesa. Lisboa, afrontamento, 1999.
COSME, Leonel. Crioulos e Brasileiros de Angola. S/l, Novo Imbondeiro, 2001.
FREYRE, Gilberto. Aventura e rotina. Sugestões de uma viagem à procura das constantes portuguêsas de caráter e ação. Rio de Janeiro, José Olympio Editora, 1953.
HANNERZ, Ulf. Fluxos, Fronteiras, Hibridos: Palavras-chave da antropologia transnacional. Mana 3 (1), 1997.
NETO, Conceição. Ideologias, contradições e mistificações da colonização de Angola no século XX. Lusotopie, 1997.
OLIVEIRA, Mário António F. Luanda, “ilha” crioula. Lisboa, Agência Geral do Ultramar, 1968.
ROCHA, Aurélio. Associativismo e Nativismo em Moçambique. Maputo: Promedia, 2002.
TAVARES, Ana Paula e SANTOS, Catarina Madeira. Africae Monumenta: a apropriação da escrita pelos africanos. Lisboa: IICT, 2002.
ZAMPARONI, Valdemir. Entre Narros & Mulungos. Tese de Doutorado, História, USP, 1998.

Avaliação:
Duas provas (presencial, individual e sem consulta)

Seminário em História do Poder e das Idéias Políticas IV – Edmar Checon de Freitas

agosto 13, 2007

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Edmar Checon de Freitas
Disciplina: Seminário em História do Poder e das Idéias Políticas IV (GHT04212)
Tipo: Ciclo profissional
Eixo Cronológico: Antigüidade e Alta Idade Média
Linha Temática: Poder e Idéias Políticas

Período: 2/2007
Turno: N
Horário: 2fª. 20/22 e 4fª. 20/22

Programa de Disciplina
Título: Monarquia e Igreja na Alta Idade Média: francos e visigodos.

Objetivos:
* Analisar as transformações políticas no Ocidente entre os séculos V e VIII, destacando a emergência das monarquias germânicas;
* Discutir as relações entre Igreja e monarquia nos reinos franco e visigótico na Alta Idade Média;
* Caracterizar as estruturas políticas nos reinos franco e visigótico na Alta Idade Média, considerando os respectivos contextos sócio-econômicos.

Unidades:
1. História Política e Idade Média;
2. Estado, Realeza e Império na Alta Idade Média;
3. As monarquias germânicas e a herança romana;
4. O cristianismo e as monarquias germânicas: santos, bispos e a realeza cristã;
5. A realeza franca: da conversão de Clóvis à ascensão carolíngia;
6. Os visigodos: do arianismo à conquista muçulmana.

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):
BANIARD, Michel. A Alta Idade Média Ocidental. Mem Martins: Europa-América.
BROWN, Peter. A ascensão do cristianismo no Ocidente. Lisboa: Presença, 1999.
DHONDT, Jan. La Alta Edad Media. 19. ed. Mexico, DF: Siglo XXI, 1992.
FAVIER, Jean. Carlos Magno. São Paulo: Estação Liberdade, 2004.
GEARY, Patrick J. Before France and Germany: the creation and transformation of the Merovingian  world. New York: Oxford University Press, 1988.
JAMES, Edward. The Franks. Oxford: Basil Blackwell, 1988.
LE GOFF, Jacques. A civilização do Ocidente medieval. Bauru: Edusc, 2005.
LE GOFF, Jacques; SCHMITT, Jean-Claude (Org.). Dicionário temático do Ocidente Medieval. São Paulo: Edusc, 2002, 2.v.
WOLFRAM, Herwig. History of Goths. Berkeley: University of California Press, 1990.
WOOD, Ian. The Merovingian kingdoms. London: Longman, 1994.

Avaliação:
* Prova (P), individual e discursiva: valor = 10; peso = 2;
* Seminário (S): valor = 10; peso =1; a nota corresponderá à soma dos seguintes itens:
* Material preparado para apresentação (3,0; nota coletiva);
* Coerência, profundidade e abrangência da apresentação (4,0; nota coletiva);
* Desempenho individual na apresentação (clareza, domínio do conteúdo => 3,0; nota individual);
* Os alunos poderão optar por pela análise de fontes primárias ou a apresentação e discussão de teses ou dissertações relacionadas ao tema da disciplina;
* Média= (2P + S)/3

História e Arquivologia – Georgina Santos

agosto 13, 2007

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor:    Georgina Santos
Disciplina:    Instrumental
Curso: História e Arquivologia
Eixo Cronológico: Época Moderna
Linha Temática: Ideologia, Cultura e Mentalidades

Período: 2/2007
Turno: Manhã
Horário: 10 às 12 horas

Programa de Disciplina
Título: História e Arquivologia

Objetivos:
* Apresentar e analisar alguns documentos arquivísticos passíveis de análise seriada.
* Analisar alguns títulos recentes da historiografia brasileira que utilizam a documentação arquivística, seus métodos e técnicas de pesquisa.

Unidades:
Unidade I – Tipologia das fontes seriais para a história sócio-cultural do Brasil Colônia.
1.1.    Inventários e Testamentos
1.2.    Registros paroquiais
1.3.    Cartas de alforria
1.4.    Processos inquisitoriais
1.5.    Familiaturas do Santo Ofício
1.6.    Fontes eclesiásticas: visitas episcopais e processos
1.7.    Correspondência das ordens religiosas
1.8.     Livros de receita e despesa das irmandades

Unidade II – As fontes arquivísticas e os temas da historiografia do Brasil Colonial
2.1. Casamento, concubinato, família e cultura material
2.2. Pobres e excluídos
2.3.. Forros e sinhás
2.4. Feitiçarias e calundus
2.5. Agentes inquisitoriais
2.6. Agentes da missionação

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):
LE GOFF et alli. Enciclopédia Einaudi. Memória – História. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1984.
CALAINHO, Daniela. Agentes da Fé. Bauru: Edusc, 2006.
FIGUEIREDO, Luciano. O Avesso da Memória. Rio de Janeiro: José Olympio: Brasília: Edunb, 1993.
FRAGOSO, João. “Inventários Pos- Mortem” Revista Arrabaldes, 1989.
FARIA, Sheila de Castro. A Colônia em Movimento. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.
MENDONÇA, Pollyanna Gouvêa. Sacrílegas Famílias. Dissertação de Mestrado – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2007.
SOUZA, Laura de Mello. O Diabo e a Terra de Santa Cruz. São Paulo: Companhia das Letras, 1986.
___________________. Desclassificados do Ouro. Rio de Janeiro: Graal, 2004, 4ª. Edição.
VAINFAS, Ronaldo. A Heresia dos Índios. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
WOOD, Russel. Fidalgos e Filantropos. Brasília: Edunb, 1991.

Avaliação:
Trabalho escrito e prova.

História do Renascimento – Luiz Carlos Soares

agosto 13, 2007

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
CENTRO DE ESTUDOS GERAIS
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

Disciplina: História do Renascimento
Código: GHT 04220
Carga horária: 60 horas/aula semestrais.
PROFESSOR: LUIZ CARLOS SOARES

P R O G R A M A
I – A Idéia de Renascimento: uma Controvérsia Historiográfica.
1 – As Idéias de Rinascita e Renovatio no Século XVI.
2 – O Renascimento e a “Querela Antigos e Modernos” no Século XVII.
3 – Os Filósofos da Ilustração e o Renascimento.
4 – As Teses de Jules Michelet e Jacob Burckhardt em Meados do Século XIX.
5 – As Interpretações Culturalistas Contemporâneas: Joan Huizinga e Eugenio Garin.
6 – A Tradição dos Annales e a Dimensão Estrutural ou Globalizante do Renascimento:
Lucien Febvre, Jean Delumeau e Luís Felipe Barreto.
7 – Entre o “Renascimento do Século XII” e o “Renascimento Moderno”: Jacques Le Goff
e Georges Duby.
8 – Jean Delumeau e a “Etiqueta Cômoda”.

II – O Primeiro Renascimento: Século XV.
1 – As Grandes Transformações do Mundo Europeu na Baixa Idade Média (Séculos XII-
XIV): o Crescimento da Vida Comercial e Urbana.
2 – A Tradição Filosófica Escolástica da Baixa Idade Média e a Hegemonia do Tomismo.
3 – O Apogeu das Cidades Italianas no Século XV: Florença, Veneza, Gênova.
4 – O Reencontro com a Língua e a Cultura da Grécia Clássica: o Renascimento Artístico-
Literário.
5 – A Signoria e a Hegemonia Político-Cultural de Florença: a Retomada do Platonismo
e do Hermetismo.
6 – Os “Filósofos-Magos” e a Busca de um Novo Humanismo.

III – O Segundo Renascimento: Século XVI.
1 – Os Descobrimentos Marítimos e a Abertura Geográfica e Intelectual do Mundo: o
Renascimento na Europa.
2 – O Renascimento e a “Cultura dos Descobrimentos”: Portugal na Vanguarda da Europa
Renascentista.
3 – O Aprofundamento da Filosofia Neoplatônica e a Emergência do Humanismo
“Moderno”.
4 – A Emergência do Indivíduo.
5 – A Vez dos “Humanistas”: Nicolau Maquiavel, Thomas Morus e Erasmo de Roterdão.
6 – A Nova Cultura Renascentista e as Bases das Reformas Religiosas.

IV – O Renascimento e os Primórdios de uma Nova Cultura Científica Ocidental.
1 – O Humanismo-Racionalista e a Revolução Filosófica Ocidental.
2 – Uma Nova Concepção de Homem e Natureza: Alteridade e Exterioridade.
3 – Sujeito e Objeto como Categorias Primordiais de um Novo Processo de Conhecimento.
4 – Experiência e Observação no Discurso Renascentista: uma Nova Concepção de
Verdade.
5 – Os Primórdios da Matematização da Natureza.
6 – No Limiar da Revolução Científica do Século XVII.

B I B L I O G R A F I A
1 – BARRETO, Luís Felipe – Descobrimentos e Renascimento. Formas de Ser e Pensar nos Séculos XVI e XVII. Lisboa, Comissariado para a XVII Exposição Européia de Arte, Ciência e Cultura (Secretaria de Estado da Cultura), 1983.
2 – BARRETO, Luís Felipe – Caminhos do Saber no Renascimento Português. Estudos de História e Teoria da Cultura. Lisboa, Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1986.
3 – BARRETO, Luís Felipe – Portugal, Mensageiro do Mundo Renascentista. Problemas da Cultura dos Descobrimentos Portugueses. Lisboa, Quetzal Editores, 1989.
4 – BRONOWSKI, J. e MAZLISH, Bruce – A Tradição Intelectual do Ocidente. Lisboa, Edições 70, 1983.
5 – BURCKHARDT, Jacob – A Cultura do Renascimento na Itália. Brasília, Editora da Universidade de Brasília, 1991.
6 – DELUMEAU, Jean – A Civilização do Renascimento, Volumes I e II. Lisboa, Editorial Estampa, 1994.
7 – DUBY, Georges – Idade Média, Idade dos Homens. Do Amor e Outros Ensaios. São Paulo, Companhia das Letras, 1989.
8 – FEBVRE, Lucien – “Les Principaux Aspects d’une Civilisation: la Première Renaissance Française (Quatre Prise de Vue)”, em BRAUDEL, Fernand (Org.) – Pour une Histoire à Part Entière. Paris, 1962.
9 – FEBVRE, Lucien – Le Problème de l’Incroyamce au XVIe. Siècle. La Religion de Rabelais. Paris, Éditions Albin Michel, 1968.
10 – GARIN, Eugenio – O Renascimento: História de uma Revolução Cultural. Porto, Telos, 1972.
11 – GARIN, Eugenio (Org.) – O Homem Renascentista. Lisboa, Editorial Presença, 1991.
12 – GARIN, Eugenio – Ciência e Vida Civil no Renascimento Italiano. São Paulo, Editora da Universidade Estadual Paulista (UNESP), 1996.
13 – GODINHO, Vitorino Magalhães – Les Découvertes. XV-XVIe: une Révolution des Mentalités. Paris, Éditions Autrement, 1990.
14 – HALL, A. Rupert – A Revolução na Ciência: 1500-1750. Lisboa, Edições 70, 1988.
15 – HUIZINGA, Joan – Hombre y ideas. Ensayo de Historia de la Cultura. Buenos Aires, 1960.
16 – LENOBLE, Robert – História da Idéia de Natureza. Lisboa, Edições 70, 1990.
17 – MICHELET, Jules – La Renaissance. Paris, Calmann Lévy, 1898.
18 – QUEIRÓZ, Teresa Aline Pereira de – O Renascimento. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo (USP), 1995.
19 – ROSSI, Paolo – Os Filósofos e as Máquinas. São Paulo, Companhia das Letras, 1989.
20 – SILVA DIAS, José Sebastião da – Influencia de los Descubrimientos em la Vida Cultural del Siglo XVI. México, Fondo de Cultura Económica, 1986.
21 – SOARES, Luiz Carlos – Do Novo Mundo ao Universo Heliocêntrico: os Descobrimentos e a Revolução Copernicana. São Paulo, Editora HUCITEC, 1999.
22 – SOARES, Luiz Carlos – “O Nascimento da Ciência Moderna: os Diversos Caminhos da Revolução Científica nos Séculos XVI e XVII”, em SOARES, Luiz Carlos (Org.) – Da Revolução Científica à Big (Business) Science: Cinco Ensaios de História da Ciência e da Tecnologia. São Paulo, Editora HUCITEC, 2001.