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Seminário em Hist. da Cult., das Ment. e das Ideologias XI – Alexandre Lazzari

julho 15, 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Alexandre Lazzari (Doutorando – Estágio Docente)

Disciplina: Seminário em Hist. da Cult., das Ment. e das Ideologias XI (GHT 04353)

Tipo: Ciclo Profissional

Eixo Cronológico: Contemporânea

Linha Temática: Hist. da Cult., das Ment. e das Ideologias

Período:

Turno: Tarde

Horário: Terça-feira (14/17)

_______________________Programa de Disciplina_____________________

Título: Identidade nacional e cultura popular no Brasil

Objetivos: Estudo preliminar da historiografia e dos principais conceitos, temas e problemas de pesquisa sobre a questão da identidade nacional vinculada às noções de “povo” e “cultura popular”, com ênfase no caso da identidade nacional brasileira na história.

Unidades:
• Nação e nacionalidade na historiografia
• Cultura popular na historiografia brasileira
• Os nacionalismos: contextos e tipologias
• A identidade nacional e a “descoberta do povo” na Europa
• A questão da identidade nacional brasileira no século XIX
• Nacionalismo e folclorismo no Brasil
• Identidade nacional e regionalismo no Brasil do século XX
• Histórias de carnavais, futebol e outras festas da brasilidade

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):
ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

BALAKRISHNAN, Gopal (org.). Um mapa da questão nacional. Rio de Janeiro: Contraponto, 2000.

BURKE, Peter. Cultura popular na Idade Moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

CHALHOUB, Sidney e PEREIRA, Leonardo Affonso de Miranda (orgs.). A história contada: capítulos de história social da literatura no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

CUNHA, Maria Clementina Pereira (org.). Carnavais e outras f(r)estas: ensaios de história social da cultura. Campinas: Ed. da Unicamp, 2002.

GUIMARÃES, Manoel Luis Salgado. “Nação e civilização nos trópicos: O IHGB e o projeto de uma história nacional”. Estudos Históricos, n. 1, 1988, p. 05-27.

HOBSBAWM, Eric e RANGER, Terence (orgs.). A invenção das tradições. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 3a ed., 2002.

HOBSBAWM, Eric. Nações e nacionalismo desde 1780. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.

OLIVEN, Ruben George. A parte e o todo: a diversidade cultural no Brasil-nação. Petrópolis: Vozes, 1992.

VENTURA, Roberto. Estilo tropical: história cultural e polêmicas literárias no Brasil, 1870-1914. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.

Avaliação: Trabalho final da disciplina
Participação em aula
Observações:

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AVISO

julho 14, 2008

Os programas continuam na segunda página.

Seminário em História Econômico-Social V – Mário Jorge

julho 13, 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Mário Jorge

Disciplina: Seminário em História Econômico-Social V (GHT 04168 )

Tipo: Ciclo profissional

Eixo Cronológico: Baixa Idade Média/Modernidade

Linha Temática: Hist. Econômico-Social

Período:

Turno: Manhã

Horário: 4ª e 6ª – 08/10

____________Programa de Disciplina________

Título: A Transição do Feudalismo ao Capitalismo

Objetivos:

Abordar a natureza histórica do capitalismo e as condições do seu surgimento com base na consideração das principais vertentes analíticas dedicadas ao tema da sua constituição. Visando alcançar esse objetivo, enfatizar-se-á(ão):
. as especificidades do sistema em face dos modos de produção pré-capitalistas, em especial do feudal;
. a natureza da crise dos séculos XIV e XV e a sua articulação com a transição entre os dois modos de produção;
. as versões históricas da transição e as principais controvérsias que encerram.

Unidades:

1. Introdução conceitual: crise, transição, modo de produção;
2. À guisa de comparação: a transição do Escravismo ao Feudalismo no Ocidente;
3. Características gerais do Feudalismo;
4. A crise dos séculos XIV e XV: depressão, crise geral ou crise do Feudalismo?;
5. Versões históricas da transição e as origens do Capitalismo.

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):

ASTARITA, Carlos, Del Feudalismo al Capitalismo. Cambio social y político en Castilla y Europa Occidental, 1250-1520, Valência-Granada: Publicacions de la Universitat de València/ Editorial Universidad de Granada, 2005;
ASTON, T. H. e PHILPIN, C. H. E. (eds.), El Debate Brenner. Estructura de clases agraria y desarrollo económico en la Europa preindustrial, Barcelona: Crítica, 1988;
BERNARDO, João, Poder e Dinheiro. Do Poder Pessoal ao Estado Impessoal no Regime Senhorial, Séculos V-XV, 3 vols., Porto: Afrontamento, 1995, 1997, 2002;
ESTEPA, Carlos e PLACIDO, Domingo (coord.), Transiciones en la antigüedad y feudalismo, Madri: Fundación de Investigaciones Marxistas, 1998;
GODELIER, Maurice et al., Modo de Produção, Desenvolvimento, Subdesenvolvimento, Lisboa: INCM, 1986 (Enciclopédia Einaudi, vol. 7);
HILTON, Rodney et al., A Transição do Feudalismo para o Capitalismo: um debate, Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977;
KULA, Witold, Teoria Económica do Sistema Feudal, Lisboa: Presença, s/d.;
MARX, Karl, A Origem do Capital (A Acumulação Primitiva), São Paulo: Global, 1979 (Coleção Bases, vol. 3);
WEBER, Max, História Geral da Economia, São Paulo: Mestre Jou, 1968.
WOOD, Ellen Meiksins, A Origem do Capitalismo, Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001;

Avaliação:
Seminários e trabalho monográfico.

Seminário em História da Educação – Sônia Rebel

julho 13, 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Sônia Rebel

Disciplina: Seminário em História da Educação

Tipo: Instrumental

Eixo Cronológico:

Linha Temática:

Período: 2º. Semestre de 2008             Turno:   Manhã

Horário:

_________________Programa de Disciplina____________

Título: Análise de Livros Didáticos de História Antiga

Objetivos: Discutir e analisar livros didáticos de História Antiga (de ensino Fundamental e de Ensino Médio) para perceber se os conteúdos acompanham os conhecimentos históricos mais atualizados. Analisar fontes primárias escritas traduzidas e discutir seu uso em sala de aula. Tomar contato com fontes imagéticas – plantas de casas egípcias, gregas e romanas, espaços públicos (Fórum romano, Ágora ateniense, acrópole ateniense) – para discutir seu uso em sala de aula. Ver e analisar vídeos relacionados à Antiguidade e discutir como se faz roteiro e seu uso didático.

Unidades:
1 – Egito
2 – Mesopotâmia
3 – Grécia
4 Roma

Obs. Estas unidades “cortarão” todo o curso, do começo ao fim, visto que o curso em si, opor ser instrumental, consiste na análise de livros didáticos.

As verdadeiras unidades são as seguintes:
Análise da apresentação do livro (s)
Análise do Índice
Análise dos capítulos
Análise das atividades didáticas
Análise da bibliografia

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):
ARAÚJO, S. R. DE. Apropriações da Antiguidade. Notas de aula do Lato Sensu em História e Cultura Antiga.. Niterói, UFF, 2001
CARDOSO, C. F. Trabalho Compulsório na Antiguidade. RJ, Graal, 2003.
CARDOSO, C. F. Sete Olhares Sobre a Antiguidade. Brasília, EDUNB, 1999.
_____________. Narrativa, Sentido, História. SP, Papirus, 1997.
_____________. Antiguidade Oriental. Notas de Aula. Niterói, UFF, 2003.
DONADONI, S. O Homem Egípcio. Lisboa, Ed. Presença, 1994.
GIARDINA, A . O HOMEM ROMANO. Lisboa, Ed. Presença, 1990.
SISSA, G. DETIENNE, M. Os Deuses Gregos. SP, Companhia das Letras, 1989.
VERNANT, J-P. O HOMEM GREGO. Lisboa, Ed. Presença, 1992.
VEYNE, P. HISTÓRIA DA VIDA PRIVADA. DO IMPÉRIO ROMANO AO ANO MIL. SP, Companhia das Letras, 1990.
Fontes Primárias: serão fornecidas pela professora, mas o livro Trabalho Compulsório na Antiguidade contém uma grande quantidade de Fontes Primárias sobre trabalho e relações de produção.
Os vídeos serão os seguintes:
À sombra das Pirâmides (National Geographic)
O Último Dia de Pompéia. (BBC)
O Coliseu (BBC)

Avaliação: Constará de seminários sobre o conteúdo dos capítulos do livro(s) escolhido(s), o aluno escolherá um tema dentro do tema geral da Antiguidade (Egito, Mesopotâmia, Grécia, Roma) e analisará como o livro apresenta este assunto e qual a proposta que o grupo sugere para tal assunto escolhido. A avaliação final será a  escrita de um capítulo, ou parte de capítulo, a ser feita pelo grupo.

Observações:
Este curso se desenvolverá à base de discussões semanais sobre os conteúdos acima – análises da apresentação, índice, capítulos, atividades e bibliografia do(s) livro didático(s) escolhido(s). De modo que a presença e assiduidade do aluno em sala de aula é imprescindível para o bom desenvolvimento do curso.

História do Poder e Idéias Políticas na Antiguidade – Sônia Rebel

julho 13, 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Sônia Rebel

Disciplina: História do Poder e Idéias Políticas na Antiguidade

Tipo: Profissional

Eixo Cronológico: Antiguidade

Linha Temática: Poder e  Idéias Políticas

Período: 2º. Semestre

Turno:  Manhã                         Horário:


_____________________Programa de Disciplina____________

Título: A República Romana

Objetivos: Discutir e analisar a formação e a consolidação da República Romana, especialmente nos séculos II e I a . C. Discutir e analisar uma bibliografia relevante sobre o tema da República Romana. Trabalhar com análises de fontes primárias traduzidas.

Unidades:

1 – Formação da República Romana
2 – Estruturas econômico-sociais da República Romana
3 – Instituições políticas republicanas
4 – Crises da República: das reformas dos Gracos à queda da Republica.


Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):

BRUNT, P. A . Conflits Sociaux em République Romaine. Paris, François Maspero, 1979.
CARDOSO, C. F. Trabalho Compulsório na Antiguidade. RJ, Graal, 2003.
_____________. A Cidade-Estado Antiga. SP, Ática, 1987.
CRAWFORD, M. The Roman Republic. Glasgow, Fontana/Collins, 1978.
FINLEY, M. A Política no Mundo Antigo. RJ, Zahar ed. 1979.
FLORENZANO, M. B.B. O Mundo Antigo: Economia e Sociedade. SP, Brasileinse, 1982.
GIARDNA, A . O Homem Romano. Lisboa, Ed. Presença, 1992.
GUARINELLO, N. Imperialismo Greco-romano. SP, Ática, 1987.
MENDES, N. M. Roma Republicana. SP, Ática, 1988.
MENDES, N. M. E SILVA, G. V. Repensando o Império Romano. RJ, Graal, 2006.
NICOLET, C. O CIDADÃO E O POLÍTICO IN GIARDINA, A . O Homem romano. Lisboa, Ed. Presença, 1992.

Avaliação:
Constará de 1 fichamento, um seminário com fontes primárias traduzidas, e uma prova final.

Observações:
As fontes primárias escritas serão fornecidas pela professora e serão extraídas principalmente de Plutarco, Vidas Paralelas ( Tibério Graco, Caio Graco,Mário, Sila, Júlio César, Cícero, Antônio) e de Apiano. As Guerras Civis.

Sem. Hist. do Pod. e Id. Políticas IV – Samantha Quadrat

julho 13, 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professora: Samantha Viz Quadrat

Disciplina: Sem. Hist. do Pod. e Id. Políticas IV    (Código: GHT04213)

Tipo:    ——-

Eixo Cronológico: Contemporânea

Linha Temática: Poder e idéias políticas

Período:    –

Turno: Noite

Horário: 3ª e 5ª (18 às 20 h.)

______________Programa de Disciplina______________

Título: As ditaduras franquista e pinochetista em perspectiva comparada.

Objetivos: Comparar as principais bases das ditaduras franquista e pinochetista. Analisar a construção social das duas ditaduras. Discutir a construção da imagem dos dois líderes: Franco e Pinochet. Comparar os processos de transição à democracia. Analisar a construção da memória das ditaduras. Conhecer as principais referências bibliográficas sobre o tema.

Unidades:
1)O franquismo:
– A Guerra Civil e a chegada de Francisco Franco ao poder.
– As bases da ditadura franquista: cultura, política e economia.
– Resistência e consenso ao franquismo.
– A construção da imagem de Francisco Franco, o generalísimo.
2)O pinochetismo:
– O 11 de Setembro de 1973 e a chegada de Augusto Pinochet ao poder.
– As bases da ditadura pinochetista: cultura, política e economia.
– Resistência e consenso ao pinochetismo.
– A construção da imagem de Augusto Pinochet, o Tata.
3)A transição à democracia e a construção da memória
– Os diferentes tipos de processos de transição.
– Consenso e dissenso no retorno à democracia.
– A “boa” memória do franquismo e do pinochetismo.

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):
1.AGUILAR, P.Memoria y olvido de la Guerra Civil española. Madrid: Alianza Editorial, 1996.
2.CAMPOS, Ismael. Fascismo y franquismo. Barcelona: PUV, 2004.
3.CASANOVA, J. et al. Morir, matar, sobrevivir. Barcelona: Critica, 2004.
4.DI FEBO y JULIÀ, Santos. El franquismo. Barcelona:Paidós, 2005.
5.GARCÍA, J. e CARNICER, Miguel. La España de Franco (1939-1975). Madrid: Sintesis, 2001.
6.HUNEEUS, Carlos. Chile, un país dividido. Santiago:Catalonia, 2003.
7._______________. El régimen de Pinochet. Santiago: Sudamericana, 2000.
8.MARTÍNEZ, Jesús (coord.). Historia de España Siglo XX 1939-1996. Madrid: Cátedra.2003.
9.ROJAS, Maria Eugenia. La represión política en Chile. Madrid: IEPALA, 1988.
10.SCHUFFENEGER, Humberto Lagos. El general Pinochet y El mesianismo político. Santiago: LOM, 2001.

Avaliação: 2 (duas) provas escritas.

Observações: Grande parte dos textos será em espanhol em função da ausência de bibliografia em português.

Sem. Hist. do Pod. e Id. Políticas IV – Ronaldo Vainfas

julho 13, 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Ronaldo Vainfas

Disciplina: Sem. Hist. do Pod. e Id. Políticas IV

Tipo:

Eixo Cronológico: Baixa Idade Média e Moderna

Linha Temática: Hist. do Pod. e Id. Políticas

Período: 2/2008        Turno: noite

Horário: segunda, 18/20 – sexta, 20/22

____________________Programa de Disciplina____________

Título: História do Brasil holandês (1630-1654)

Objetivos: Examinar este período crucial da história colonial mencionada no título do curso, contemplando bibliografia clássica e moderna, bem como fontes documentais.

Unidades:

Unidade I – Os cenários do confronto
1.Espanha filipina, potência européia
2.Portugal: o ocaso da monarquia
3.Países Baixos: uma república mercantil?
4.Brasil açuareiro: o alvo da disputa

Unidade II –  A conquista holandesa, 1630-1636
1.A WIC conquista o nordeste
2.O Arraial do Bom Jesus  e a resistência pernambucana
3.O papel de Calabar: lealdades incertas
4.A organização política: Conselho político e escabinato

Unidade III – A pax nassoviana, 1637-1644
1. Maurício de Nassau: o homem e o mito
2. A missão nassoviana: pintores e naturalistas
3. Nassau, “santo antoninho”: o catolicismo permitido
4. O Sínodo da Igreja Reformada no Recife
5. Os judeus portugueses no Pernambuco nassoviano
6. A conquista de Angola e controle do tráfico

Unidade IV – A guerra da liberdade divina, 1645-1654
1.Economia açucareira e tensões sociais
2.A restauração portuguesa e as “pazes com a Holanda”
3.Os “aliados infernais” dos holandeses: os tarairiu
4.  A cisão potiguar: Felipe Camarão versus Pedro Poti
5.  Henrique Dias e o terço dos negros
6.  Da Tabocas a Guararapes: a vitória da insurreição

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):

– Alencastro, L. Felipe de. O trato dos viventes. São Paulo, Companhia das Letras, 2000.
– Boxer, Charles. Os Holandeses no Brasil: 1624-1654. Trad. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1961.
– Méchoulan,  Henry. Dinheiro e Libérdade. Amsterdam no tempo de Spinoza. Rio de Janeiro, JZE,1992.
– Mello, Evaldo C.de. Olinda restaurada. 3a.ed.Rio de Janeiro, Topbooks, 2003.
– Mello, Evaldo C.de. Rubro Veio. imaginário da restauração pernambucana. Rio de Janeiro, N.Fronteira, 1986
– Mello, J.A.G. Tempo dos flamengos. 3a ed.. Recife, Massangana, 1987.
– Mello, J.A.G. Mello, J.A.G. Dom Antonio Filipe Camarão. Recife, Imprensa Universitária, 1954.
– Mello, J.A.G Henrique Dias. Recife, Massangana, 1956.
– Mello, J.A.G. Gente da Nação: cristãos-novos e judeus em Pernambuco. 2a ed. Recife, Massangana, 1996.
– Mello, J.A.G. Tempo dos flamengos. 3a ed.. Recife, Massangana, 1987.
– Mello, J.A.G. Dom Antonio Filipe Camarão. Recife, Imprensa Universitária, 1954.
– Mello, J.A.G Henrique Dias. Recife, Massangana, 1956.
– Neme, Mário. Fórmulas políticas no Brasil Holandês. São Paulo, USP, 1971.
– Puntoni, Pedro. A Mísera Sorte: a escravidão africana no Brasil holandês. São Paulo,  Hucitec, 1999.
– Rodrigues, J.Honório. Historiografia e bibliografia do Brasil holandês. Rio de Janeiro, 1949
– Schawijck, F.L. Igreja e Estado no Brasil Holandês, 1630-1654, Recife, FUNDARPE, 1986.
– Vainfas, Ronaldo. Traição: um jesuíta a serviço do Brasil holandês. São Paulo, Cia das Letras, 2008
– Watjen, Heermann. O domínio holandês no Brasil. Trad. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1938

Avaliação:
1 – Trabalho sobre tema específico
2 – Prova oral/seminário sobre livro selecionado

Observações:

História da Agricultura Brasileira – Marcia Motta

julho 13, 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: MARCIA MARIA MENENDES MOTTA

Disciplina: HISTORIA DA AGRICULTURA BRASILEIRA

Tipo:

Eixo Cronológico:

Linha Temática: Moderna e Contemporânea/História econômico-social

Período:

Turno:

Horário: NOITE. QUARTAS E SEXTAS, DAS 18 ÀS 20 HORAS

_____________________Programa de Disciplina______________

Título: Agricultura: Gente com fome e fome de terras na história do Brasil

Objetivos:
Discutir a dimensões da história da agricultura brasileira;
Analisar o processo de ocupação territorial no Brasil em sua relação com as políticas agrícolas
Identificar os projetos de reformulação fundiária no país;
Enfocar os projetos para a agricultura e a questão da fome;
Compreender as dimensões da luta pela terra no Brasil e a atuação dos movimentos sociais.

Unidades:
– I- Ocupação Territorial e agricultura no século XVIII.
Morgadios, sesmarias e posses: história da propriedade no setecentos
Agricultura e fome de terras

II – A construção do Império, Política de Terras e projetos para a agricultura
Agricultura e escravidão no Império do Brasil
Conflitos de terras,subsistência e fome

III- Riqueza e Pobreza no Império do Brasil
A lei de 1850, conflitos agrários e terras devolutas
Riqueza, concentração fundiária e a dinâmica da fome
Escravidão, homens livres e recriação da pobreza
l
IV- Capitalismo no campo e concentração fundiária na consolidação das Repúblicas
As terras devolutas e a consolidação da pobreza
Coronelismo e dominação no campo
Mobilização camponesa nos marcos republicanos

V- Conflitos agrários, campesinato e agricultura nas Repúblicas
As políticas para a agricultura nos anos de chumbo. O Estatuto da Terra
Fronteira agrícola, capitalismo no campo e novos atores
Movimentos Sociais: reconstrução e dilemas contemporâneos

VI- Constituição de 1988: Reforma agrária e questão agrária no Brasil

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):
Camargo, Aspásia “A questão agrária: crise de poder e reforma de base (1930-1964)”in  FAUSTO, Boris , HGCB,  2a edição, tomo 3, vol. 3, São Paulo, Difel, 1983.Lourenço, Fernando. Agricultura Ilustrada. Liberalismo e escravidão nas origens da questão agrária brasileira. Campinas, Editora da Unicamp, 2001
Holston, James “Legalizando o ilegal: propriedade e usurpação no Brasil”.Revista Brasileira de Ciências Sociais. no 21, fevereiro de 1993, pp. 68-89.
Linhares, Maria Yedda Leite História do abastecimento: uma problemática em questão (1530-1918) Brasília, Binagri, 1979.
Linhares, Maria Yedda & Silva, Francisco Carlos Teixeira de História da Agricultura no Brasil. Debates e Controvérsias. São Paulo, Brasiliense, 1981.
Martins, José de Souza.  Os camponeses e a política no Brasil. Petrópolis, Vozes, 1981.
Martins, José de Souza. Reforma agrária: o impossível diálogo.São Paulo, EDUSP, 2000.
Martins, José de Souza A Militarização da questão agrária no Brasil. São Paulo, Hucitec, 1983.
Motta, Márcia. Nas Fronteiras do Poder. Conflito e direito a terra no Brasil do século XIX. Rio de Janeiro, Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, Vicio de Leitura, 1998.
Motta, Márcia (organização) Dicionário da Terra. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2005

Avaliação:
Prova individual
2 Trabalhos em grupo

Observações:

História e Prática Docente – Laura Maciel

julho 13, 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Centro de Estudos Gerais
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Área de História
Departamento de História
Curso de Graduação em História

Professor: Laura Antunes Maciel

Disciplina: GHT04270 História e Prática Docente

Tipo:    Instrumental

Eixo Cronológico:

Linha Temática:

Período:

Turno:  Noite

Horário: 2ª e 6ª – 20/22

_______________Programa de Disciplina________

Aliando aulas teóricas e práticas a disciplina propõe aos alunos uma reflexão sobre as principais questões enfrentadas pelos historiadores em seu ofício, em especial na prática docente. Discutindo procedimentos, métodos e critérios adotados na seleção de conteúdos, definição de objetivos, escolha de materiais, etc., o curso visa proporcionar um primeiro contato com o trabalho do professor em história. Exercícios com vários tipos de experiências e atividades permitirão que os alunos entrem em contato direto com situações de pesquisa e ensino.

Objetivos:
Refletir criticamente sobre a formação do professor de História e a dimensão política de seu trabalho;
Debater critérios de seleção de conteúdos históricos, recortes temáticos, cronologias e materiais didático-pedagógicos;
Refletir sobre a preparação para o ensino no interior dos cursos de graduação;
Exercitar procedimentos envolvidos na concepção, produção e transmissão do conhecimento histórico;

Unidades:
Formação do profissional de história para o ensino: concepções, currículos, práticas
O ensino como pesquisa: produção e divulgação do conhecimento histórico
Experiências e práticas de Ensino de História em diferentes graus escolares

Bibliografia Básica (máximo de 10 obras):

ALENCAR, Francisco. “Conhecer fazendo: perspectivas do ensino de História”. Anais do Seminário Perspectivas do Ensino de História. São Paulo, FE/USP, 1988.
ANPUH – Associação Nacional de História/Comissão de Especialistas do MEC. Diretrizes Curriculares dos Cursos de História. Mimeo, 2000.
BITTENCOURT, Circe M. Fernandes. (Org.). O saber histórico na sala de aula. São Paulo, Contexto, 2001.
CABRINI, Conceição e outros. O ensino de História. Revisão urgente. São Paulo, Brasiliense, 1986.
CRUZ, Heloisa de Faria e MACIEL, Laura Antunes. “História – Identidade da disciplina”; “Concepções, objetivos, habilidades e competências” e ”Conteúdos referenciais para as séries”. In: Amapá (estado). O ensino de 5ª a 8ª séries e o ensino médio. As disciplinas, as habilidades. Amapá, Secretaria de Estado da Educação/Instituto de Estudos Especiais/PUC/SP, 2000, vol. 2ª.
CRUZ, Heloisa de Faria e PEIXOTO, Maria do Rosário. “Discutindo a memória, ensinando a história”. Projeto História 17, São Paulo, Educ, 1998.
ENGEL, Magali Gouveia (Org.). Ensino de História. Tempo, n. 21, vol. 11, jul. 2006.
FENELON, Déa Ribeiro. “A formação do profissional de história e a realidade do ensino”. Projeto História, 2, São Paulo, PUC/SP, 1982.
FENELON, Déa Ribeiro; SILVA, Marcos Antonio da e FUNARI, Pedro Paulo. “Ensino de História:opções em confronto”. Revista Brasileira de História. São Paulo, Anpuh/Marco Zero, v.7, n. 14, mar./ago. 1987.
MATTOS, Ilmar Rohloff de (org.) – Ler & escrever para contar. Documentação, historiografia e formação do historiador. Rio de Janeiro, Access. 1998.
“Memória, História, Historiografia. Dossiê ensino de História”. Revista Brasileira de História. São Paulo, Anpuh/Marco Zero, v. 13, n. 25/26,  set.1992/ago. 1993.
NADAI, Elza. “A escola pública contemporânea: os currículos oficiais de história e o ensino temático”. Revista brasileira de História (11). São Paulo: Anpuh, 1986.
RICCI, Cláudia Sapag. Da intenção ao gesto. Quem é quem no ensino de História em São Paulo. São Paulo, Annablume, 1999.
SILVA, Marcos & ANTONACCI, Maria Antonieta. “Vivências da contramão – produção de saber histórico e processo de trabalho na escola de 1º e 2º graus”. Revista Brasileira de História, São Paulo, v.9, n. 19, set. 1989/fev. 1990, pp. 9-29.
SILVA, Marcos Antonio da (Org.). Repensando a história. São Paulo, Editora Marco Zero, 1984.
SILVA, Marcos Antonio da. (Org.). “A História em quadro negro. Escola, ensino e aprendizagem”. Revista Brasileira de História. São Paulo, n. 19, set.1989/fev.1990.
SILVA, Marcos Antonio da. História – O prazer em ensino e pesquisa. São Paulo, Brasiliense, 1995.
VESENTINI, Carlos Alberto. “Escola e livro didático de História”. In: SILVA, Marcos Antonio da (Org.). Repensando a história. São Paulo, Editora Marco Zero, 1984, pp. 69-80.
VIEIRA, Maria do Pilar; PEIXOTO, Maria do Rosário da Cunha; KHOURY, Yara. A pesquisa em História. São Paulo, Ática, 1998 (Série Princípios, n. 159).

Avaliação:
Participação nas discussões e atividades em sala de aula
Exercícios práticos em sala
Relatório de Pesquisa

Observações:
Além das atividades em sala de aula a disciplina demandará horários extras (manhã ou tarde) para realização de visitas a escolas, editoras, museus, e outras atividades complementares.

História das Formas Artísticas e Literárias no Brasil – Arthur Valle e Paulo Knauss

julho 13, 2008

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA
ÁREA DE HISTÓRIA

PROPOSTA DE PLANO DE ENSINO

DISCIPLINA:  História das Formas Artísticas e Literárias no Brasil

TÍTULO: Arte e Cultura Visual: abordagem da história da arte no Brasil

SEMESTRE: 2º / 2008 (sexta-feira de 14 às 18 horas)

PROFESSORES:  Arthur Valle e Paulo Knauss

Objeto: Historiografia da História da Arte. Arte, História e Cultura Visual. A História da Exposições de Arte. Exposição e institucionalização da arte. As Exposições de Arte no Brasil: Império e República.

OBJETIVOS

– Discutir a Imagem como uma fonte fundamental para os estudos de História.
– Apresentar os principais conceitos e autores ligados ao campo interdisciplinar dos estudos de Cultura Visual.
– Abordar a história da arte no Brasil no contexto da arte acadêmica e da arte moderna.
– Relacionar exposições de arte e processo de institucionalização da arte no Brasil.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Historiografia da história da arte

1.1. Arte e história
O método erudito: a hegemonia das fontes escritas e o desprezo pelas imagens. Uma abertura para a diversidade das fontes historiográficas: a tradição dos antiquários As imagens como fontes da História.

1.2. Arte e cultura visual
Os Estudos visuais e sua institucionalização: o panorama anglo-saxão e seus principais autores. Estudos visuais e interdisciplinaridade. Cultura visual: definições. Modos de Ver.

1.3. A noção de exposição
As Academias de Arte e seu papel na difusão das Exposições. Os Salons de Arte na França. Os Salons e o surgimento da Crítica de Arte. Exposição e institucionalização da Arte.

2. História de exposições de Arte no Brasil

2.1. As Exposições Gerais de Belas Artes no período imperial
A implantação do circuito expositivo no Brasil. A sistematização das Exposições Gerais e a criação dos Prêmios de Viagem ao Estrangeiro. A construção simbólica da nação no contexto das Exposições Gerais do Segundo Império. A Exposição Geral de 1879 e a polêmica a respeito da ‘Escola Brasileira’ de Artes. Anos 1880: a crítica de arte.

2.2. As Exposições Gerais de Belas Artes no período republicano
A Reforma da Academia fluminense em 1890 e seus reflexos nas Exposições Gerais. Os Prêmios de Viagem ao Estrangeiro na Primeira República: Incremento na freqüência e diversidade estilística. A Expansão da Crítica de Arte: novos espaços, novos escritores. O  ‘Salão Revolucionário’ de 1931: começo de uma nova era?

3. Das Galerias aos Museus

3.1 Diversidade de espaços de exposição. Galerias e mercados de arte. Espaços alternativos de exposição e promoção das artes. Modelos de museu: Estado e Sociedade. Exposições de Arte Estrangeira.

METODOLOGIA / RECURSOS

– Aulas expositivas, apoiadas na leitura teóricas e da historiografia, de fontes escritas de época e na exposição de imagens (utilização de retro-projetor, data-show e/ou DVD).

AVALIAÇÃO

– Trabalho de estudo de caso envolvendo fontes de época.

LEITURAS PROGRAMADAS

1.1. e 1.2.
– KNAUSS, Paulo. O desafio de fazer históia com imagens: arte e cultura visual, ArtCultura (UFU), v.8, p.97-119, 2006.

1.3.
– LUZ, Angela Ancora da. Uma breve história dos Salões de Arte – da Europa ao Brasil. Rio de Janeiro: Editora Caligrama, 2005, p. 22-49.

2.1.
– DURAND, J. C. Arte, privilégio e distinção: artes plásticas, arquitetura e classe dirigente no Brasil, 1855/1985. São Paulo: Perspectiva, 1989.
– FERNANDES, Cybele V. N. A construção simbólica da nação: A pintura e a escultura nas Exposições Gerais da Academia Imperial das Belas Artes, 19&20 , Rio de Janeiro, Volume II, n. 4, outubro de 2007. Disponível em: <http://www.dezenovevinte.net/obras/cfv_egba.htm&gt;. Acesso em: 01 mar. 2008.
– CAVALCANTI, Ana M. T. Os Prêmios de Viagem da Academia em pintura. In: 185 Anos da Escola de Belas Artes. Rio de Janeiro: PPGAV/EBA/UFRJ, 2001/2002, p.69-91.

2.2
– DUQUE ESTRADA, L. G. Contemporâneos. Rio de Janeiro: Benedito de Souza, 1929.

3.1
– LIMA, Lúcia de Meira. O Palace Hotel: Um espaço de Vanguarda. In: Quando o Brasil era Moderno. Artes Plásticas no Rio de Janeiro 1905-1960. Rio de Janeiro: Aeroplano Editora, 2001, p.59sg.
– LEHMKUHL, Luciene. A nota mais moderna: o destaque do Café de Cândido Portinari na Exposição do Mundo Português. In: SERPA, Élio Cantalício; GONÇALVES, Ana Teresa Mrques; SOUZA, Armênia Maria de; BITTENCOURT, Libertad Borges. (Org.). Escritas da História: memória e linguagem. Goiânia, 2004, p. 137-165.
– KNAUSS, Paulo. Os sentidos da arte estrangeira no Brasil: Exposições artísticas no contexto da Segunda Guerra Mundial, Esboços,

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARGAN, G. C.; FAGIOLO, M. Guia de História da Arte. Lisboa; Editorial Estampa, 1992.
BERGER, John. Modos de Ver. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
DUQUE ESTRADA, L. G. A Arte Brasileira. Introdução e notas de Tadeu Chiarelli. Campinas, São Paulo:: Mercado das Letras, 1995.
DURAND, J. C. Arte, privilégio e distinção: artes plásticas, arquitetura e classe dirigente no Brasil, 1855/1985. São Paulo: Perspectiva, 1989.
LEVY, Carlos Roberto Maciel. Exposições Gerais da Academia Imperial e da Escola Nacional de Belas Artes: período monárquico: catálogo de artistas e obras entre 1840 e 1884. Rio de Janeiro: Ediçoes Pinakotheke, 1990.
PEVSNER, Nikolaus. Academias de arte: passado e presente. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.